segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Seu sonho, meu sonho, nosso sonho


Estava eu passeando pela web, quando li esse texto incrível.. super fofo *-----*
“E de repente nos vimos na cobertura de um prédio de 60 andares. Estávamos em um lugar que não era muito claro, era a luz de velas, com uma garrafa de vinho antigo e como trilha sonora um jazz calmo. Nada parecia mais certo do que nós estarmos dançando, no silêncio de juras de um dito amor espontâneo. E parecia que o tempo passava rápido, ligeiro e avassalador. Só me dou conta do tempo quando caíram as primeiros gotas de chuva que escorriam pela janela, a música parou, eu parei. E eu olhava para ela como se nós estivéssemos mais vivência e conhecimento um do outro, e perguntei: “Você lembra de um sonho seu que você tinha uns anos atrás?”, ela olhou para baixo meio envergonhada de não saber do que se tratava. Eu não respondi. Palavras as vezes não fazem jus ao que se pode acontecer. Eu soltei a mão dela e fui, sozinho, em direção as gotas de memórias que caiam de um céu escuro. Abri a porta e disse: “Vem”. Ela ainda com as bochechas rosadas olhava para baixo, me lembrando aquela garotinha meiga que conheci e que nunca deixou de ser, respondeu: “Não consigo ir sozinha”. Não consigo ir sozinha, essas palavras ecoaram nos meus ouvidos durante uma fração longa de segundos. Eu olhei pra ela, dei um sorriso roubado

e fui em sua direção. Tomei sua mão como se fosse uma jóia da monarquia, e a guiei em meu caminho misterioso. Ela saiu, e de repente o silêncio da noite, foi tomada pelo jazz novamente. E a chuva que caía em sua vestido roxo não interferia em nem uma vontade
sequer de querer tê-la ao redor de meus braços. Mas a dúvida ainda permanecia em sua
cabeça, ela parecia não saber o que pensar. Para matar a majestosa questão, eu sussurro em seu ouvido: “você lembra que você tinha um sonho infantil de beijar a pessoa que você ama na chuva?”. Os olhos dela brilharam. Talvez não por eu tê-la beijado, mas por eu ter lembrado de um sonho infantil. Ou talvez ter feito do sonho dela, o meu.”

Fofo não? 

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